Um canal de debates sobre universidade pública, politicas educacionais, fatos e acontecimentos na UFPA.
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
Divisao do curso de geografia
domingo, 3 de abril de 2011
Ciclo de debates sobre o PNE
sábado, 2 de abril de 2011
30 de Março, dia da democracia na UFPA
Vamos lembrar os fatos: na eleição pra reitor em 2008 surgiram quatro candidaturas – Carlos Maneschy, Regina Feio, Ana Tancredi e Ricardo Isaac.
Regina Feio foi pro - reitora de extensão no primeiro mandato de Alex Fiúza e depois se tornou a vice-reitora. E foi a candidata do ex-reitor Alex Fiúza.
Carlos Maneschy foi candidato a reitor em 2000, tendo sido derrotado por Alex Fiúza por uma diferença bem pequena. Na segunda gestão de Alex Fiúza veio a ser diretor de pesquisa na Pro - Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação.
Ana Tancredi foi diretora do Centro de Educação, pro - reitora de ensino e quem implantou a interiorização da UFPA. Sua candidatura foi lançada pelo DCE, ADUFPA e SINTUFPA.
A eleição foi paritária, não na formula que o DCE propôs, mas numa formula proposta pelo ex-reitor Alex Fiúza. O interessante disso e que o ex-reitor propunha como formula a Lei dos 70%, que dava o peso pro voto do professor de 70% e o voto dos servidores e estudantes em 15%, defendendo essa opinião no Jornal Beira do Rio.
Ao fim da eleição o professor Maneschy vendeu a eleição, com Regina Feio em segundo e Ana Tancredi em terceiro.
A historia se faz de contradições. Curiosamente se o Conselho Superior tivesse encaminhado a formula proposta pelo DCE a candidata do ex-reitor teria vencido por 2% de diferença.
Depois disso foram varias tentativas de golpe do grupo de Alex Fiúza pra reverter a vontade da comunidade acadêmica. A primeira foi no dia 08 de Dezembro, se a memória não falha, no chamou-se uma reunião do Conselho Superior, instancia máxima de deliberação da UFPA, no qual queriam a recontagem dos votos, que foi barrado pela forca da organização dos movimentos em defesa da democracia e do respeito à comunidade acadêmica.
Após isso lembro que num CEB o companheiro Fabrício Gomes deu o informe do golpe que estava sendo orquestrado. Na época eu era secretário-geral do DCE e membro titular no Conselho Superior Universitário. O professor Alex Fiúza, na época reitor e presidente do Conselho Superior encaminhou um documento com uma serie de erros pro MEC, que mandou o documento de volta e pediu uma eleição dentro do Conselho. O objetivo não podia ser outro: uma forma de eleger por vias obscuras a professora Regina Feio.
No dia 30 de Março de 2009 fizemos uma rebelião na UFPA. Mobilizamos todas as pessoas possíveis e fomos pro Conselho, e ali mais uma vez fizemos prevalecer a vontade da comunidade acadêmica, demonstrando que pra nos democracia não e conveniência, e que reitor eleito e reitor empossado.
E ali entramos pra historia ao registrar nossos nomes na luta pela democracia na UFPA, e em 1 de Julho o professor Maneschy assumiu como reitor com a sua equipe de trabalho.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Documentos do PSTU: Pra que serve a ANEL?
Reuniao sobre o corte no orçamento da UFPA
quarta-feira, 30 de março de 2011
Bomba! Divulgados documentos internos do PSTU
Prestação de contas CACS
Protestos contra Belo Monte na Universidade de Coimbra
terça-feira, 29 de março de 2011
Questão de ordem - e o decoro parlamentar?

José Alencar - varios simbolos?

José Alencar foi um exemplo de quem lutou de todas as formas pra continuar vivendo. Confesso que tinha uma admiração pela capacidade dele de enfrentar a doença com serenidade, ou como disse um comentário bem interessante em algum site, o homem que sorriu pra dor até se cansar e dormir.
Lamento a sua morte como a de qualquer outro ser humano vencido por uma doença que a cada dia parece tirar a força de cada um, e era uma pessoa que caminhava com tranquilidade num terreno pantanoso.
Por outro lado ele representou junto com Lula o que chamamos de conciliação de classe, representando o olho empresarial junto a um governo de frente popular.
Mas o que queria mesmo colocar hoje é que devemos lamentar a morte de José Alencar, de tantos outros Josés, Raimundos, Marias e Clarices da classe trabalhadora, que não tem como vencer a doença do câncer porque a rede pública não oferece oportunidade para tal.
José Alencar foi o símbolo de como o dinheiro pode comprar uma pequena dose de tempo de vida. Se um João Ninguém de qualquer rua do desgosto descobrir que tem câncer, provavelmente não durará 13 anos como o José Alencar, empresário, politico, durou, ou se durar não será a regra.
Fica o meu lamento pelo José Alencar, mas pelos outros Josés, Raimundos, Marias e Clarices.
Almoço do RU
Semana passada fui almoçar no RU do Profissional e 13:30 h não tinha mais senha pra ser distribuída, ou seja, uma hora antes do previsto pra terminar de funcionar.
Hoje fui almoçar e na hora nao tinha mais sequer o bife, tivemos que comer apenas arroz e feijão.
Alô Maneschy, Lobinho e Ortiz, o RU precisa de mais refeições.
segunda-feira, 28 de março de 2011
PDI UFPA - bola perdida da reitoria, dce e adufpa
domingo, 27 de março de 2011
Plano de Educação proposto pelo governo é tímido e precisa ser melhorado, diz professora

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| O projeto de lei do Plano Nacional de Educação (PNE), proposto pelo governo federal, é tímido e precisa ser melhorado. A avaliação é da professora Dalila Andrade (UFMG), presidente da Anped (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação). Dalila Andrade fez uma palestra na noite da última quarta-feira (23) no Anfiteatro 100 da Reitoria da UFPR, que teve seus dois pisos lotados. Outro grupo acompanhou a discussão via skype (serviço de comunicação via internet), no quarto andar do prédio. "O plano não traz diagnóstico nem mecanismos de controle e monitoramento, não prevê avaliação sistemática", afirmou a professora. "Não podemos aceitar 7% do PIB, perpetuando um modelo[...] 10% é início de conversa se quisermos enfrentar os desafios." O projeto, que tramita na Câmara dos Deputados desde dezembro do ano passado, estabelece 20 metas educacionais que os governos municipais, estaduais e federal deverão cumprir até o fim da década. No caso do percentual de verbas da educação em relação ao PIB, a proposta prevê um aumento de 5% para 7% até 2020. A palestra de Dalila Andrade inaugurou uma série de sete encontros intitulada "EntreLinhas: O Plano Nacional de Educação em discussão", promovida pelo Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), Setor de Educação e Pró-Reitoria de Graduação da UFPR. "Queremos um PNE que faça a diferença, que dê nome aos bois, que cobre responsabilidades", declarou a presidente da Anped. "Se não melhorarmos desde o muro da escola até chegar ao professor, não vai haver qualidade. Enquanto o óbvio não for resolvido, temos que falar dele." Um dos objetivos do seminário, que segue até maio, é produzir emendas ao projeto. "A Conae [Conferência Nacional de Educação, realizada em 2010] teve um relatório de altíssima qualidade, mas o projeto de lei ficou muito restrito em relação ao relatório", avalia Paulo Vinícius da Silva, coordenador do PPGE. "Estamos buscando articulações políticas, queremos influenciar no processo." O próximo encontro do seminário de extensão "EntreLinhas" está marcado para 4 de abril. Sistema Nacional de Educação Em boa parte de sua intervenção, a professora Dalila Andrade falou sobre a necessidade de um sistema nacional de educação. "Estamos fazendo 50 anos da primeira LDB [Lei de Diretrizes e Bases da Educação, aprovada em 1961], e durante todo esse tempo vivemos, apesar da LDB, a discussão se temos ou não um sistema", disse. "A Conae representou um momento em que o governo ouviu a sociedade. E o lema da conferência era a constituição de um sistema nacional de educação, que deveria ser a ideia mais forte do PNE. Como persegui-lo?" Para a dirigente da Anped, a proposta de plano protocolada pelo governo não retrata as deliberações da Conae. "Tem coisas que estavam na Conae e não estão na proposta, e vice-versa." Ela se declarou "otimista" com a possibilidade de melhorar o plano durante os debates nos Congresso Nacional, mas criticou a pressa para se aprovar o projeto. "Não podemos permitir que essa pressa comprometa a qualidade do plano, que precisa ser discutido em audiências públicas. Vamos apresentar emendas com base no documento final da Conae." Era FHC e era Lula Segundo Dalila Andrade, o Brasil sofreu na década de 90 um processo de "dessistematização da educação", marcado pela descentralização financeira, administrativa e pedagógica. "A escola passou a funcionar como núcleo da gestão. Se, por um lado, esse processo representou uma maior autonomia local, também representou uma desobrigação dos órgãos centrais, de competências e responsabilidades, num processo contraditório", avalia. "Houve uma certa desregulamentação da educação. O poder central perdeu protagonismo." O governo Lula, sempre na avaliação da presidente da Anped, somente iniciaria um processo de ruptura em relação ao governo FHC, no que se refere à educação, ao final do primeiro mandato. "Houve uma tentativa de resgate do protagonismo perdido nos anos 90, de estabelecer políticas regulares, permanentes, universais, válidas para todo o território nacional." Um exemplo de ruptura da gestão Lula seria a aprovação do piso salarial nacional para o magistério público ("se não houvesse o apoio do Executivo, seria mais uma derrota dos trabalhadores da educação no Congresso"). Outro exemplo apontado é o PDE (Plano de Desenvolvimento da Educação). "Meio híbrido, [o PDE] faz um agrupamento dos programas temporários, 42 programas sob um mesmo guarda-chuva, tentando dar uma direção única, e preenchendo uma lacuna do PNE anterior." Dalila criticou o PNE 2001-2010, aprovado durante o segundo mandato do ex-presidente FHC. "Aquela luta foi imensa, mas a sociedade civil foi vencida. Algumas conquistas foram vetadas na época pelo então presidente da República, tanto que o PNE anterior não tem feito falta." Desafios Entre os desafios da educação brasileira a professora da UFMG citou a necessidade de se aumentar o nível escolaridade dos brasileiros. "Nossa população é vergonhosamente escolarizada. Só universalizamos o ensino fundamental nos anos 90, 50 anos depois da Argentina, que o fez 1947. É inaceitável que o Brasil tenha os índices que apresenta na educação." Outro desafio é o baixo desempenho dos alunos. "Eles aprendem mal, vão mal nos testes." "Ampliamos a obrigatoriedade do ensino, para a faixa de 4 a 17 anos de idade, maior que muitos países europeus, ampliamos esse direito. O que de nada vale se não pensarmos estratégias relacionadas à organização da escola. Estratégias que passam pelo financiamento." A presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação defendeu ainda a valorização dos professores. Criticou os baixos salários pagos à categoria e a precarização das seleções e contratos de trabalho da área. "Como fazer uma educação de qualidade com professores sem carreira nacional? Temos nas 5,5 mil cidades brasileiras mais de 5,5 mil carreiras diferentes de professores, sabe-se Deus como, se é que essas carreiras existem." | |
sábado, 26 de março de 2011
Greve dos Servidores Publicos Federais
sexta-feira, 25 de março de 2011
Entrevista com reitor da UFOPA, Seixas Lourenço
Criada pela Lei nº 12.085, de 5 de novembro de 2009, por desmembramento das unidades da Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) tem o objetivo de ministrar ensino superior, desenvolver pesquisa nas diversas áreas do conhecimento e promover a extensão universitária nesta vasta região da Amazônia.
Em plena construção, a Universidade prepara-se para receber, a partir de março, mais 1.200 alunos, a primeira turma selecionada por processo seletivo que adotou integralmente as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), ingressando em estrutura acadêmica inovadora. Em entrevista ao Beira do Rio, o reitor pro tempore da UFOPA, professor José Seixas Lourenço, ex-reitor da UFPA, ex-diretor do Museu Paraense Emílio Goeldi e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), fala sobre o desafio de implantar a primeira universidade federal no interior da Amazônia.
BR – Como surgiu a proposta de criação da UFOPA?
José Seixas Lourenço: O projeto inicial de implantação da UFOPA, com atuação multicampi e sede em Santarém (PA), foi entregue ao ministro da Educação, Fernando Haddad, por ocasião da solenidade de celebração dos 50 anos da UFPA, em julho de 2007. A proposta recebeu, de imediato, a adesão da comunidade científica nacional. Outro fator que contribuiu para a sua criação foi a disposição do governo federal em expandir a rede de ensino superior e ampliar os investimentos em Ciência e Tecnologia. A criação da UFOPA, com desmembramento da UFPA e da UFRA, atende a esses propósitos e também às demandas de uma região com economia e cultura peculiares.
BR – O que a sociedade pode esperar dessa Universidade? Qual o seu diferencial?
José Seixas Lourenço - O objetivo maior da criação da UFOPA é a construção da cidadania por meio de produção de conhecimento, inovação tecnológica, soluções sociais inovadoras (fomento de ideias) e formação de recursos humanos qualificados, ou seja, quadros profissionais competentes a serviço da sociedade. A UFOPA tem por princípio a relevância social traduzida, por um lado, em formar e pesquisar por meio do engajamento social do trabalho acadêmico. A formação de nível superior, para estar comprometida, de fato, com o desenvolvimento regional, não pode ficar confinada às salas de aula, aos laboratórios, nem aos muros dos campi. O contato orientado do aluno com a realidade circundante é a verdadeira pedagogia, o que tem inspirado o conteúdo curricular dos cursos e das demais atividades acadêmicas da nova universidade.
BR – Quais foram as prioridades do primeiro ano da Universidade?
José Seixas Lourenço – Em primeiro lugar, a criação do Conselho Consultivo da UFOPA, com representantes de diferentes segmentos da sociedade, em respeito ao princípio da gestão democrática do ensino público. Em seguida, a consolidação da nova estrutura acadêmica, que vinha sendo elaborada desde 2008 pela Comissão de Implantação da Universidade, criada pelo MEC e presidida por mim. Alvo de muitas discussões abertas à comunidade, o modelo acadêmico da UFOPA estrutura-se nos princípios da inovação, interdisciplinaridade, flexibilidade curricular e formação em ciclos, visando à educação continuada. Entre as conquistas, está o primeiro processo seletivo, utilizando exclusivamente o ENEM, com 17.585 inscritos. Isto comprova a aceitação do novo modelo acadêmico. Outro ponto fundamental foi a fixação de profissionais qualificados. Com a realização de concursos, triplicamos, em apenas um ano, o efetivo de docentes e de técnicos. A estruturação dos nossos campi em Santarém foi outra prioridade. Conseguimos a incorporação da área da SUDAM ao Campus Tapajós, que agora conta com 16 hectares, e estamos investindo mais de R$ 10 milhões em obras, como a construção de dois grandes prédios que abrigarão laboratórios e salas de aula.
BR – Na década de 80, quando era reitor da UFPA, o senhor deu início ao processo de interiorização da Universidade no Estado, na época, uma experiência inovadora. A criação da UFOPA está ligada a esse processo ou é algo independente?
José Seixas Lourenço - Sim, entendo que a UFOPA está ligada à necessidade de ampliação da oferta de vagas no interior da Amazônia. Em 1985, assumi a Reitoria da UFPA e, já no ano seguinte, demos início ao ousado projeto de interiorização com a criação de oito campi em cidades do interior. Naquela época, não tínhamos apoio federal e fomos muito criticados por diversos setores da Instituição. Os cursos de licenciatura receberam muitos alunos que já atuavam como professores, o que resultou numa significativa melhoria na qualidade da educação. Enfim, considero que a UFOPA é, sem dúvida, o fruto que amadureceu mais rapidamente com o processo de interiorização da UFPA.
BR - Uma das propostas da Universidade é o investimento em pós-graduação. Como estão as perspectivas nesta área para 2011?
José Seixas Lourenço - Consideramos a pós-graduação absolutamente essencial. Em março de 2009, antes da criação oficial da UFOPA, a Universidade já tinha um Mestrado em Recursos Naturais da Amazônia, que, hoje, conta com 30 alunos. Recentemente, a CAPES aprovou o Mestrado em Matemática, que já conta com mais de 300 candidatos inscritos para 15 vagas. A aula inaugural está marcada para o dia 2 de abril próximo. Estimulados pela CAPES, já encaminhamos novas propostas de criação de mestrados nas áreas de Águas e Florestas, além de uma proposta de doutorado interinstitucional em Sociedade, Natureza e Desenvolvimento. Temos, também, pelo menos cinco cursos de especialização implantados ou em fase de implantação.
BR – Mesmo estando em pleno funcionamento, a UFOPA ainda está em construção. Quais as perspectivas em termos de infraestrutura?
José Seixas Lourenço - Primeiro,completar os investimentos iniciados em 2010, como as construções do prédio que abrigará o Instituto de Ciências da Educação no Campus Rondon, e do Centro de Formação Interdisciplinar, no Campus Tapajós. Estão previstos para 2011 mais de 36 milhões em investimentos, cujas prioridades serão a construção do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC) e a Biblioteca Central, ambos no Campus Tapajós.
BR – O que o senhor tem a dizer sobre as críticas que o modelo acadêmico da UFOPA recebe?
José Seixas Lourenço – O novo modelo acadêmico visa atender aos interesses maiores da sociedade e seu futuro, e não aos corporativismos internos ou às receitas ideológicas ultrapassadas. Isto exige muito mais criatividade dos professores, pois se trata de conceber o “novo”, mais que a transposição dos modelos de formação já vigentes, muitas vezes inadequados à realidade social regional. Deveríamos nos inspirar nos versos de Fernando Pessoa: “Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo. E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia. E se não ousarmos fazê-la, teremos ficado para sempre à margem de nós mesmos.” Portanto, mudança é travessia e, no contexto da nossa nova universidade, exige, além da ousadia, um percuciente olhar rumo às novas gerações numa perspectiva amazônica.
