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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Greve em Ananindeua e Marituba

Socializando texto da Unidos pra Lutar sobre a greve de Ananindeua e Marituba

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Depois de tentativas frustradas de nogociação junto a patronal os Rodoviários de Ananindeua e Marituba no Estado do Pará - Região Metropolitana de Belém (RMB), votaram em assembléia geral da categoria, realizada hoje 04/05 às 09:00 e às 16:00 horas, greve geral da categoria por tempo indeterminado. 

Em campanha salarial a categoria exige 12% de reajuste salarial, o valor de R$ 350 reais no vale alimentação, plano de saúde em substituição ao auxilio clinica pago ao sindicato, pagamento de insalubridade, manutenção do triênio ameaçado de corte pelos patrões e o congelamento das passagens de ônibus.       

ÁGUA SERVIDA AOS RODOVIÁRIOS
NOS FINAIS DE LINHA.

Segundo Marcio Amaral, presidente do SINTRAM e membro da direção nacional da UNIDOS PRA LUTAR "a greve dos rodoviários acontece em um momento delicado para os trablhadores brasileiros: o governo reajustou as tarifas públicas como água, luz e telefone. A inflação está corroendo nossos salários e os produtos da cesta básica subiram assustadoramente tendo reflexos consideraveis na diminuição de nosso poder de compra".

O SINTRAM juntamente com o Sindicato dos Servidores Públicos Federais (SINTSEP-PA) e o Diretório Central dos Estudantes da Universidade da Amazonia (DCE/UNAMA) trava há dois anos uma guerra judicial contra os empresários pelo não reajuste das passagens de ônibus. "Ano passado conseguimos reduzir por uma semana o valor das passagens de ônibus esse ano estamos convencidos que com muita mobilização vamos derrotar os patrões, congelar as passagens e em definitivo abrir o caixa-preta dos empresários", disse Reginaldo do Socorro Tesoureiro do SINTRAM. "Aí vamos ver quem está com a verdade se os rodoviários que há anos vemos denunciando os lucros abusivos das empresas, alta remessa de lucros para o exterior, enquanto um cobrador de ônibus ganha pouco mais de um salário minimo, ou os empresários que novamente pediram reajuste das passagens", completou.

Perguntado como seria a greve, Marcio disse que "a greve é pacifica, até porque nossa categoria está convencida, mediante nossas necessisdades, de conquistar nossa pauta".



BANHEIRO DE GARAGEM DE ÔNIBUS

"Em nossa luta estamos contando com o apoio do movimento estudantil organizado, de associações de moradores que compreenderam nossa luta e dos sindicatos combativos do estado" disse Décio Lima também da direção do sindicato. "Esperamos que com tanta violência na cidade a polícia militar não faça o papel de reprimir nossa luta como fez nos últimos anos, nossa greve é legal e tem o apoio da sociedade", disparou um rodoviário que não quis se identificar e que estava organizando as equipes dos piquetes de convencimento para as portas das garagens.

Na Assembleia Geral da Categoria que decidiu pela greve os rodoviários decidiram filiar seu sindicato a UNIDOS PRA LUTAR e junto com isso se somar aos esforços de ajudar a impulsionar na luta concreta a construção de uma nova direção para a classe trabalhadora brasileira.
 
O SINTRAM representa mais de 5 mil rodoviários de Ananindeua e Marituba e tem na sua base mais de 2500 motoristas e cobradores de ônibus.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Ocupacao da Reitoria da USP

Só pra lembrar, já se vão quatro anos que se iniciou um processo grande de luta no movimento estudantil brasileiro.

Foi num dia 03 de Maio que começou a luta dos estudantes da USP contra os decretos de José Serra que precarizavam e retiravam a autonomia das universidades paulistas.

Foi na USP que começou o processo de ocupacoes de reitoria, da qual a mais vitoriosa foi a UnB, que derrubou reitor e todos os pro-reitores (na UnB chama-se decano).

Aqui na UFPA também houve, em 2007, uma ocupação, que logrou êxito ao conseguir o RU do Profissional, a Reforma da Ponte, entre outras vitorias.

ENUNE Para

Aproveitando pra divulgar o ENUNE, num e mail da Carol Bernardo da Kizomba

O ENUNE- É o encontro de negros negras e cotistas da União Nacional dos Estudantes- UNE que este ano vai ocorrer em Salvador-Bahia no período de 20 a 22 de maio.


O Pará irá realizar sua etapa estadual no dia 13 de maio na Universidade Federal do Pará-UFPA, no auditório da SEGEque fica no segundo andar da reitoria, sendo uma realização da Diretório Central dos Estudantes pelo campo de oposição-na figura de Liliani Nascimento Diretora de Combate as opressões-Negros.


As inscrições são gratuitas pelo blog: http://enunepara.blogspot.com/. Com direito a certificado com carga horária. Confira abaixo a programação do ENUNE Pará.



Programação:


08:00H _ Credenciamento


Abertura: Vídeo


08:30H _ Mesa: 123 anos desde a Abolição da Escravatura. O Brasil e a Amazônia após expansão das Políticas de Ações Afirmativas: Desafios e Novas Perspectivas.


10:30h Mesa: Cotas nas Universidades é um Direito, não favor. A UFPA que Queremos. ACESSO E PERMANÊNCIA


12:00h Almoço


14:00h Grupos de Discussões _ Construção de fanzines

· Mulher Negra. O Feminismo e o recorte racial - Nazaré (MOCAMBO)

· Cultura Negra – Geléia (Ação Resistência Periférica)

· Racismo na Universidade e o mundo do trabalho – Cledson Júnior

· O Racismo e o Genocídio da Juventude Negra. UNEGRO

17:30h_ Coff break

· Apresentação de Capoeira; Grupo de Capoeira da UFPA

· Demonstração de Tranças Afro - MOCAMBO

· Intervenção com Grafite – ARTE CABOCLO DO NORTE


18:00h_ Festa Kizomba

  • Banda Madalena;
  • Djs
  • Apresentação de Hip Hop

Caroline Bernardo

91-91503811(tim)
Diretora de Mulheres DCe/Ufpa

terça-feira, 3 de maio de 2011

Delubio de novo?


A volta dos que não foram. O ditado popular resume bem a situação do ex-tesoureiro do PT.

Significa também o abandono de qualquer rastro de ética que pudesse ter sobrado, e fica a mensagem de impunidade pra sociedade.

Se nem o PT como partido vai punir, por que o PT como governo deveria punir?

Código Florestal e o massacre da motossera




Esta em curso a aprovação do Código Florestal. Ontem assisti na TV Câmara um contundente discurso do deputado Ivan Valente (PSOL/SP) sobre os vários problemas do Código.

Entidades cientificas como a SBPC apresentaram relatórios com dados importantíssimos de como o atual Código Florestal trará danos irreparáveis ao meio ambiente brasileiro.

O PC do B está patrocinando o que num futuro bem próximo vai ser o maior massacre da serra elétrica no país, no que se refere a acabar com a moratória do corte de árvores, a redução das matas ciliares, menor espaço para as nascentes, entre outros, num relatório que defende claramente o agronegócio como o modelo padrão, em detrimento da agricultura familiar.

Segue abaixo um discurso do deputado Ivan Valente sobre o caso

Em defesa das florestas e da legislação ambiental brasileira

Por um debate democrático e participativo sobre o Código Florestal

Está em curso no país uma tentativa perigosa que pode reverter mais de cinco décadas de legislação ambiental no Brasil. A proposta de substitutivo do atual Código Florestal Brasileiro, aprovada em Comissão Especial e que aguarda votação no Plenário da Câmara, representa um verdadeiro retrocesso na proteção do meio ambiente.

De acordo com o novo texto, propriedades rurais de até quatro módulos fiscais ficam desobrigadas de manter a área de Reserva Legal, a porção de terra com cobertura original para conservação. Segundo o INCRA, as propriedades de até quadro módulos representam 90% dos 5,2 milhões de imóveis rurais do Brasil. A desobrigação abre uma brecha para que qualquer fazendeiro com mais de 400 ha de terra na Amazônia fracione sua propriedade e fuja da lei, aumentando significativamente os desmatamentos. O texto também anistia os desmatadores que cometeram infrações antes de 22 de julho de 2008, premiando aqueles que historicamente desrespeitaram o meio ambiente.

O relatório dá ainda autonomia para os Estados definirem os percentuais de área de Reserva Legal nas propriedades maiores e flexibiliza a aplicação das leis ambientais dentro da sua região administrativa, ignorando a necessidade de uma legislação ambiental federal. Caberá a eles definir também quais áreas desmatadas devem ser recuperadas. O nível de desarticulação e ineficácia de funções ambientais de um conjunto difuso de regras entre União, Estados e Municípios inviabilizaria a própria existência de uma legislação ambiental no Brasil, o que levaria, inclusive, a uma “guerra ambiental” entre os Estados como incentivo à instalação de indústrias, empresas, agronegócios e produção, tendo como moeda de troca a flexibilização às normas de proteção ambiental.

Não fosse a urgência de proteção do meio ambiente, o simples reconhecimento de ameaças e riscos a milhares de pessoas seria razão suficiente para entender a dimensão da irresponsabilidade que seria a revogação do atual Código Florestal. A aprovação da proposta atualmente em debate no Congresso permitiria legalizar “áreas urbanas consolidadas”, muitas consideradas “áreas de risco”, e rebaixaria os regramentos referentes aos condicionantes para intervenção humana em Áreas de Preservação Permanente (APPs), como margens de nascentes, córregos, rios, lagos, topo de morros, encostas e manguezais. Desta forma, agravaria o quadro gerado pelo processo de urbanização das cidades brasileiras, controlado pelo excludente mercado imobiliário e que tem provocado tragédias como a ocorrida na região serrana do Rio de Janeiro recentemente.

O texto aprovado pela Comissão Especial, na verdade, não conta com justificativas minimamente convincentes que demonstrem a necessidade de alteração do Código Florestal vigente, e parte de uma premissa equivocada para defender mudanças na legislação ambiental brasileira. Caso aprovadas, as alterações levarão o país a cometer um enorme retrocesso em termos de proteção do meio ambiente e da biodiversidade brasileira.

Segundo o projeto, a necessidade de ampliar a competição agrícola internacional e a produção de alimentos para o mercado interno justificaria a ocupação de todas as áreas agriculturáveis do território nacional. Inúmeras pesquisas demonstram, no entanto, que há terras disponíveis suficientes para se elevar a produção agrícola sem que seja necessário devastar nossas florestas. Ao contrário da suposta polêmica criada em torno de uma anteposição de interesses entre meio ambiente e agricultura, o meio ambiente ecologicamente equilibrado deve ser a base de sustentação da agricultura.

A verdade é que precisamos de outro projeto de desenvolvimento. Nossas florestas não são balcões de negócio, são bens de interesse comum. Os impactos do desmatamento da floresta tropical e de outros biomas do território brasileiro são conhecidos e altamente negativos, sobretudo para o efeito estufa, cuja redução está entre os compromissos internacionais do Brasil. Mudar o Código Florestal não vai ajudar a atingir esta meta.

O recado enviado por catástrofes ambientais como a de Niterói e do estado de Santa Catarina, que se repetem a cada ano, também aponta para a necessidade de um debate mais aprofundado, do qual não podemos prescindir da oitiva e da contribuição dos diversos segmentos da sociedade brasileira, incluindo a comunidade científica, que já manifestou seu repúdio ao substitutivo proposto. A tramitação açodada do projeto, à luz da pressão de interesses imediatistas, significa, na prática, negar o direito à participação e o próprio debate democrático sobre questão de tamanha relevância para os interesses da cidadania.

Vamos respeitar e fazer cumprir nossa legislação ambiental, e não flexibilizá-la. Em defesa dos avanços da legislação ambiental brasileira, diga não à entrada do substitutivo aprovado pela Comissão Especial do PL 1876 e apensados na pauta de votação do Congresso Nacional.
Defender a manutenção da proteção ambiental do atual Código Florestal significa evitar tragédias no campo, na cidade e no ambiente global. Diga NÃO às mudanças no Código Florestal!

Fevereiro de 2011.


Bomba na UFPA?

Fui informado que existe hoje uma investigação, sem tanto rigor, porque e conduzida a toque de caixa por estudante de que existe um forte indicio de corrupção e desvios de dinheiro em um setor da UFPA, como sempre naqueles onde a privatização é muito forte.

Vamos ver as próximas movimentações pra ver se é blefe, se é verdadeiro, e se for verdadeiro como irão conseguir provar.

Mas o que comentam é que seria um esquema parecido com o que foi o da ALEPA.

Lembro que quando estourou o escândalo do mensalão em 2005, veio a tona um esquema do mensalinho, patrocinado pelo ex-reitor e denunciado pelo ex-pro-reitor de planejamento. Vamos ver se um escândalo traz o outro.

Ato contra a corrupção

Amanhã o PSOL estará de novo num ato contra a corrupção na ALEPA

A crise das Fatecs Federais

Durante a campanha eleitoral de 2010, a candidata Dilma Rousseff apontou a expansão do número de Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs) como uma das principais realizações do governo Lula e prometeu aumentar o ritmo de criação de novas unidades. No fim da semana passada, ela anunciou suas metas para o setor - até 2014, Dilma promete aumentar em 56,7% o número de escolas técnicas e ampliar em 806,9% o número de estudantes na Escola Técnica Aberta do Brasil, que trabalha com ensino a distância.

Com inequívoco caráter eleitoral, a promessa é ambiciosa e nada garante que o governo conseguirá cumpri-la - principalmente se levarmos em conta a crise que os IFs em funcionamento estão enfrentando. Como não dispõem de professores em número suficiente, 20 mil alunos estão sem aula há mais de dois meses. Em outras palavras, ao mesmo tempo que promete criar mais 81 escolas técnicas até 2012 e outras 120 até 2014, o governo não consegue fazer funcionar as escolas já existentes.

Essa crise começou em fevereiro, quando Dilma assinou a MP 525, que limitou a 20% do total dos professores efetivos o número de professores substitutos dos IFs e proibiu que docentes substitutos já aprovados em concursos fossem nomeados. Essas medidas - juntamente com a proibição de novos concursos públicos - fazem parte do programa de ajuste do governo, que determinou um corte de R$ 50 bilhões no Orçamento da União.

Para se adaptar às novas regras, o Ministério do Planejamento bloqueou o sistema de inclusão de cadastros de substitutos - e isso impediu os docentes que já haviam sido aprovados em concurso de assumir seus cargos. Por causa do bloqueio, até os substitutos que já haviam começado a lecionar antes da edição da MP 525 deixaram de receber seus vencimentos. Esses professores decidiram continuar trabalhando, para não prejudicar os alunos, embora estejam sem receber há mais de dois meses. Em alguns IFs, os docentes concursados estão se cotizando para ajudar os substitutos que estão sem remuneração.

Para atuar dentro do limite de 20% de professores substitutos, com relação ao total de docentes efetivos, como determina a MP 525, os diretores das escolas técnicas tiveram de mudar a grade horária, sobrecarregando os concursados para poder liberar os docentes substitutos. "Mas isso, além de não ser bom pedagogicamente, é uma estratégia limitada", diz Cláudio Koller, diretor do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. "Você não consegue explicar para a sociedade que tem um sistema por trás do problema da falta de professores. Daí, quem apanha somos nós", afirma o reitor do Instituto Federal do Espírito Santo, Dênio Rebello Arantes.

Em alguns IFs, a situação é crítica. É o caso do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais. Com 13 mil alunos, a escola tem 394 professores substitutos - quase metade dos 800 efetivos. Para cumprir a MP 525, o Centro será obrigado a demitir 234 professores. "Não temos esse tanto de docentes substitutos porque queremos, mas porque não nos permitem fazer concurso com o objetivo de recrutar professores efetivos para repor os que se aposentam", diz o diretor Flávio Santos.

Quando a crise dos IFs irrompeu, o Ministério da Educação prometeu que o sistema de inclusão de cadastros do Ministério do Planejamento voltaria a funcionar no início de abril e que o governo permitiria a realização de novos concursos e a convocação dos docentes já aprovados. Até agora, nenhuma providência foi anunciada.

A crise dos IFs é um legado do governo Lula, que estimulou a criação desenfreada de centros de educação tecnológica e de universidades federais, sem qualquer planejamento. "Ele impeliu a criação de novos cursos, esparramou campi e agora não há professores. É uma incoerência", diz o vice-presidente da Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior, Luiz Henrique Schuch. Ao anunciar a criação de mais de uma centena de novas escolas técnicas, enquanto as existentes carecem de professores, Dilma está seguindo o exemplo de seu antecessor.

Fonte: O Estado de São Paulo de 02 de maio de 2011

domingo, 1 de maio de 2011

PROPAZ na UFPA

Pelos comentários que fiquei sabendo nunca se viu tantos tucanos de uma só vez na UFPA.

Na inauguração do núcleo do PROPAZ no campus 3 da UFPA estavam presentes o próprio governador, o senador Flexa Ribeiro, o presidente da ALEPA, o salvador-geral dos corruptos Manoel Pioneiro, entre outros.

A coordenação do PROPAZ será de Izabela Jatene.

ENECS 2011 Caravana

Estou tornando publico que estamos em processo de organização de um micro-onibus ou onibus pro ENECS 2011.

Quem tiver interesse deve entrar em contato comigo.

Meu celular esta sempre na área - 81907025 e meu e mail que respondo todos os dias e pedromica_@hotmail.com

ENECS 2011

A comissão organizadora do ENECS 2011 em BH esta preocupada. E publica a dificuldade da comissão organizadora em conseguir alojamento, já que a UFMG não disponibiliza alojamento nas suas dependências.

Conseguiram um espaço pra 800 pessoas. E a expectativa e de que cheguem dois mil estudantes.

Valei-me nossa senhora...

Seminário Trabalho Docente na Educação Básica: O Para em Questao

Nos dias 12 e 13 de Maio haverá no Instituto de Ciências Jurídicas o Seminário "Trabalho Docente na Educação Básica: O Para em Questão", uma promoção do Grupo de Estudos sobre Politica Educacional e Trabalho Docente, sob coordenação da professora Olgaises Maues, apresentando os resultados de uma pesquisa que envolveu 1500 professores da educação básica, em fins de 2009.

Trata-se de um evento interessantíssimo, que contara com a presença da professora Dalila Oliveira, presidente da Associação de Pesquisa e Pos-Graduacao em Educação (ANPED) e coordenadora-geral da Rede Latino-Americana de Estudos sobre Trabalho Docente.

As inscricoes serão gratuitas, procurem a sala do GESTRADO, no segundo andar do ICED.

Chico Buarque a ANEL

Chico Buarque escreveu na musica O que será vários versos Entre eles o compositor pontua "O que será que não tem conserto nem nunca terá (...), o que não tem decência nem nunca terá!(...) O que não tem vergonha nem nunca terá".

Isso de alguma forma se aplica a ANEL. E um tremendo absurdo que uma militante sua, ex-tesoureira do Centro Academico, suma com os recursos do Centro Academico e a os companheiros do PSTU nao facam nada.

Ainda esperamos a prestacao de contas. Na ultima reuniao extraordinaria do Centro Academico fui informado disso.

Esclarecimentos

Na sexta-feira compareci a uma reunião extraordinaria do Centro Academico para esclarecer algumas informacoes que alguns alunos tinham duvidas sobre a divida do ónibus que nos levou pro Rio de Janeiro pro CONECS e Bienal.

Pontuei tudo e apresentei recibos, tal qual me coloquei a disposição para quaisquer outros esclarecimentos.

Achei a reunião supervalida, no sentido de que as coisas precisam mesmo ser debatidas, afinal são recursos públicos e aqueles que todos nos esforçamos para arrecadas, seja em livro-ouro, pedagio, entre outros.

Retificando e ratificando

Aproveito pra retificar e ratificar algumas coisas sobre o CA de Ciências Sociais.

Retifico que a intenção do Centro Academico em fazer o mutirao das cadeiras e arrumação de salas no Bloco de Ciências Sociais era uma intenção de mostrar que estão faltando cadeiras. A presidente do CA, Kelly Gaia, me pontuou isso em uma reunião extraordinaria na ultima sexta-feira. Se a intenção for essa eu peco desculpas pela ultima postagem (cada um no seu quadrado), e parabenizo a gestão do CA.

Contudo e preciso ratificar algumas coisas. Esta registrado no blog que uma das propostas do Coletivo Olhar a Realidade e trazer uma extensão do protocolo da Faculdade para o Bloco. Quanto a isso eu ratifico as posicoes que defendi ao longo de toda a minha historia no movimento estudantil: devemos lutar para que a Faculdade abra a noite, não com intensificacao do trabalho dos funcionários, mas sim nos situando na luta por concursos públicos, por mais verba pra educação. Pode parecer algo grande demais, algo que vai alem do que se vê. Por isso mais do que nunca deve-se pautar a luta politica também no enfrentamento, sobretudo quando vemos existe em curso um grande corte no orçamento da universidade.