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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Prestacao de contas ENECS

Ainda foi feita a prestação de contas do ENECS Belém. Acho que deve ser muito importante pra dar lisura pras contas, pro dinheiro que foi arrecadado, repassado.

Tentei entrar em contato com pessoas que compuseram comigo as finanças do ultimo ENECS, e somente Lorena na época deu resposta.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Eleição CA de Biologia

Na última sexta-feira houve eleição pro CA de Biologia. A chapa 1 Manoel Ayres venceu a eleição com 139 votos, contra 93 da chapa 2 Charles Darwin.

Foi uma eleição com quorum alto, a chapa 1 é ligada à CST, Vamos a Luta, que confirma sua reconstrução na universidade, entrando em um Instituto grande, no caso o ICB.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

PSOL na luta contra a privatizacao dos Hospitais Universitarios



PSOL entra com ADIN contra MP 520 em defesa dos Hospitais Universitários

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) impetrou no Supremo Tribunal Federal (STF), uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a Medida Provisória nº 520, de 31 de dezembro de 2010, que autoriza o Poder Executivo a criar a empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S.A. (Ebserh) nos hospitais universitários do Brasil. Afrânio Boppré, presidente nacional do PSOL, afirma que a medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu último dia de gestão, ao final de um mandato de oito anos, é danosa para a Universidade e para a sociedade em geral.

“A Medida Provisória nº 520 se reveste de inconstitucionalidade ao autorizar a criação de empresa pública para administrar os hospitais universitários, vez que afronta o princípio constitucional da autonomia universitária. A concepção tradicional define um hospital universitário (HU) como uma instituição que se caracteriza por ser um prolongamento de um estabelecimento de ensino em saúde, prover treinamento universitário na área de saúde; por ser reconhecido oficialmente como hospital de ensino, estando submetido à supervisão das autoridades competentes e propiciar atendimento médico de maior complexidade a uma parcela da população. Ora, transforma uma Instituição com essas características em empresa descaracteriza completamente suas funções que não é a de obter lucro ou cobrar por seus serviços”, avalia Afrânio Boppré.

O dirigente do PSOL argumenta que a Ebserh é uma empresa com personalidade jurídica de direito privado e patrimônio próprio, vinculada ao Ministério da Educação, com prazo de duração indeterminado Terá seu capital social representado por ações ordinárias nominativas, ou seja, “o objetivo de uma empresa é incompatível com o papel dos hospitais universitários. Não resta a menor dúvida que a primeira vítima desta Medida Provisória a da tal empresa será a autonomia universitária. Ela legaliza a crescente terceirização e exploração dos de trabalhadores nos hospitais do País. Deve, na opinião do PSOL, ser combatida por todos os setores da sociedade, em especial pela comunidade universitária”, disse o psolista.

Afrânio Boppré acredita que o STF dê parecer favorável a Adin impetrada pelo PSOL. “Não podemos aceitar este golpe contra a autonomia universitária, legaliza, repito, a terceirização e exploração de funcionários contratados sem a menor garantia, prejudica a população assistida pelos hospitais universitários e representa uma traição vergonhosa tanto que só foi apresentada no último dia de um governo de oito anos. Por que não antes para permitir amplo debate na sociedade?”, questiona.

“A Medida Provisória 520 tem efeito de lei, apesar de que há um prazo para que seja votada e aprovada no Congresso, por isso a criação da empresa pode ser iniciada a qualquer momento a revelia dos interesses e opinião da sociedade. É mais uma medida para privatizar a saúde e retirar o Estado de seu papel constitucional de oferecer saúde pública gratuita e de qualidade. Outra coisa a se destacar é que os atuais funcionários dos hospitais universitários poderão ser cedido para a empresa e passarão a receber salários da Ebserh. Divide a categoria dos servidores universitários e enfraquece a mobilização reivindicatória dos trabalhadores”, opina.

Afrânio Boppré acrescenta que “a contratação temporária prevista faz cair a qualidade do serviço prestado hoje nos hospitais universitários. Há também a possibilidade de cobrança por consultas e procedimentos, como já acontece hoje nos hospitais de São Paulo geridos pelas Organizações Sociais (OS’s). A qualidade do ensino também se perde pois não assegura estágios para os estudantes universitários e haverá no hospital uma nova equipe de profissionais, sem o vínculo acadêmico com a instituição e dificultando as aulas e pesquisas. A Medida Provisória 520 é danosa ao Brasil e temos a certeza que o STF não permitirá um ataque à Constituição com nefasta repercussão em toda a sociedade”, finalizou.


PROIFES se filia a CUT

Neste momento de inicio tímido de lutas contra os cortes no orçamento, tocado principalmente pelos técnicos das universidades federais, o PROIFES, entidade paralela e governista criada para tentar ser a sombra do ANDES - Sindicato Nacional do Docentes da Educação Superior.

Como bom sindicato governista,filiou-se na CUT.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Congresso da UNE


O CONEG que foi realizado e que terminou no último fim de semana chamou o Congresso Nacional da União Nacional dos Estudantes - CONUNE para os dias 13 a 17 de Julho de 2011, em Brasília.

O centro de debate deve ser o novo Plano Nacional de Educação.

As eleições de delegados são por universidade, e se tira um delegado pra representar mil estudantes. Por exemplo, a UFPA que tem cerca de 34 mil alunos na graduação teria direito a 34 delegados.

Provavelmente teremos na UFPA duas chapas: uma do campo governista e da direção majoritária da UNE, com PT, PC do B e agregados e outra com os companheiros do PSOL - Vamos a Luta e Romper o Dia.

A foto acima foi tirada no último CONUNE, no qual os grandes debates sobre corrupção no Senado foram destacados.

Reitor conversa com servidores durante a paralisação

Precisamos reconhecer: o reitor da UFPA Carlos Maneschy tem uma habilidade politica que fazia muito tempo que não via, no sentido de não ser sectário, de saber dialogar, conversar politicamente.

O dia de paralisação dos servidores públicos federais na quinta-feira certamente colocou calafrios em muitos reitores e pró-reitores pelo país a fora, já que se tratava de uma mobilização nacional encabeçada pela FASUBRA, questionando entre outros a privatização dos Hospitais Universitarios, proposta em projeto com a criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, MP 520 2010m assinada pelo ex-presidente Lula em 30 de Dezembro de 2010.

Ao invés de inventar uma viagem, ou colocar uma agenda em locais diversos pra não enfrentar os movimentos sociais, o reitor desceu ao hall da reitoria ontem e dialogou com o movimento.

Trata-se de uma postura de quem sabe fazer politica e conversar, e não somente encastelar-se no gabinete dos superpoderes.

A necessidade da CPI dos funcionários fantasmas

Na Assembleia Legislativa do Estado a farra de funcionários fantasmas e supersalarios parece que está rindo a toa. Num país como o Brasil no qual a impunidade ri a toa e vive um Carnaval fora de época sem fim a alegria não podia ser maior pra quem não verá a banda passar.

Depois de pirotecnia pelo presidente da ALEPA na qual disse não haver necessidade de CPI, apenas de uma comissão de sindicancia, o resultado mostrou-se pífio, com a acusação de apenas uma pessoa, no caso a funcionaria Mônica, como a responsável pelos empréstimos e por falsificações de documentos.

É urgente e necessária a CPI proposta pelo deputado Edmilson Rodrigues (PSOL) pra apurar os casos. Não se trata de ter a ilusão de que a CPI por si só vai dar conta de moralizar o imoralizavel, mas sim de ter acesso à informações e criminalizar os responsáveis, ou parte deles, sob a combatividade do deputado Edmilson e do PSOL.

Assaltos na UFPA

Ontem houveram três assaltos na Cidade Universitaria, nas imediações do Vadião, com dois meliantes armados.

De certo já percebe-se mudanças na questão da segurança da universidade. Ano passado quando eu ainda fazia parte da gestão do DCE fizemos uma audiência pública com o reitor no Hangarzinho, da qual encaminhamos algumas ações. Parte delas foram cumpridas, mas ainda falta muita coisa a se fazer pela segurança na universidade.

Uma das ações prioritárias e que deveria ser encaminhada ao CONSUN há muito tempo é a revisão do contrato da empresa de segurança, na questão de que a segurança na universidade não deve ser apenas patrimonial, o maior patrimônio da universidade são seus estudantes, docentes e servidores.


Assedio Sexual no Hangarzinho

Uma estagiaria vinha sofrendo assedio sexual por parte de um funcionário do Centro de Convenções da UFPA, o Hangarzinho. Depois de um tempo de tratativas do malandro a funcionaria fez a denuncia. Resultado: o assediador foi demitido e pasmem ela também.

Ausência de postagens

Peço desculpas aos leitores do blog por passar três dias sem postar. Estive com problemas de acesso à internet, mas a partir de hoje retomo as atualizações diárias.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Escolas de Aplicação

Hoje fiquei sabendo no seminário sobre trabalho docente organizado pelo Gestrado/UFPA, durante a fala da professora Rosimê Meguins, sobre a proposta do governo federal pras escolas de aplicação.

A idéia é muito simples: com a suspensão dos concursos públicos como desdobramento do corte no orçamento todas as universidades foram afetadas. Mas no interior das universidades as escolas de aplicação serão um dos setores que mais sofrerão conseqüências.

A proposta é não haver mais concursos pra professores na Escola de Aplicação. Com o tempo a Escola de Aplicação passa a receber professores da rede municipal ou estadual, e com no decorrer vai aos poucos se municipalizando ou estadualizando.

Fugindo da crise, portugueses engrossam onda migratória para o Brasil 'aquecido'


Retirado do portal UOL

A crise econômica que afeta Portugal desde 2008 está levando portugueses a emigrar em busca de melhores condições de vida. Um dos principais destinos desta nova onda é o Brasil, por causa do crescimento da economia brasileira.

Ao contrário do que acontecia no século passado, quando portugueses com destino ao Brasil não tinham formação acadêmica - muitos eram semianalfabetos ou analfabetos -, a maior parte dos lusitanos que formam a onda atual têm curso superior.

"São pessoas cada vez mais especializadas. Constitui uma de fuga de cérebros, mas desta vez o destino é o Brasil. Não é uma migração dos países menos desenvolvidos para os países ricos, como se dizia nos anos 60", afirma o cônsul do Brasil em Lisboa, Renan Paes Barreto.

Segundo o serviço consular da representação, o número de pessoas que têm o Brasil como destino vem aumentando.

"No ano passado foram cerca de 1,5 mil vistos de trabalho, praticamente o mesmo número de 2009. Este ano, nos primeiros três meses foram 500", conta o funcionário do consulado responsável pela seção de vistos, José Luiz Neves.

Segundo Neves, o número do consulado não é o definitivo. Além da representação de Lisboa, há também a do Porto. E há outras formas de obter o visto de trabalho, através de casamento, por exemplo.

"As pessoas normalmente não começam o processo aqui. Aqui é concluído. Começa no Ministério do Trabalho e do Emprego, com o pedido por parte da empresa."
Sobre o perfil do português que busca o visto para trabalhar no Brasil, Neves relata que "são predominantemente engenheiros e técnicos de plataformas de petróleo. Mas há outras profissões, como arquitetos".

Emigrantes
O oficial de náutica Bruno Pereira, de 26 anos, é um dos que fizeram fila no consulado para receber o visto de trabalho. Ele trabalha em navios que fornecem a logística para plataformas de petróleo.

"Lá (no Brasil) o negócio do petróleo está muito forte. Em Portugal, não teria chance de conseguir trabalho nessa área", conta.

Pereira, que trabalha para uma empresa alemã, afirma que os salários estão aquecidos no Brasil.

"Eu recebo salário europeu. Nas empresas brasileiras, os oficiais de náutica recebem perto de R$ 10 mil por mês, mais previdência privada e seguro de saúde. Nas empresas europeias recebemos um pouco menos do que isso e sem seguro de saúde nem previdência privada".

Para o arquiteto Pedro Ribeiro, de 40 anos, o Brasil vai ser o caminho para fugir da crise.

Especializado em remodelação de interiores, com mais de 15 anos de profissão, ele escolheu o Recife como destino por conta dos contatos profissionais que tem na cidade, muitos dos quais trabalharam em Portugal.

Na fila do consulado, ele explicou sua decisão por três razões. "Primeiro, porque é um país que tem forte crescimento econômico; segundo, pela familiaridade da língua; (terceiro) por questões familiares, porque eu sou casado com uma brasileira."

Ribeiro comparou a situação portuguesa atual com a de 2007, de antes da crise internacional. "Estamos agora com metade da quantidade de trabalho e metade das margens de lucro".

Dificuldades
Apesar da alta demanda por engenheiros no Brasil, o presidente da Ordem dos Engenheiros de Portugal, Carlos Matias Ramos, diz que é difícil ter dados exatos sobre o número de profissionais lusos que atravessaram o Atlântico.

A única forma de conhecer esse número é através dos pedidos de inscrição no sistema Confea/CREA, os conselhos de engenharia e arquitetura brasileiros. No final do ano passado havia pelo menos 1,2 mil engenheiros portugueses praticando engenharia no Brasil, diz Matias Ramos.

O chefe da Ordem acredita que o número de engenheiros portugueses no Brasil vai aumentar. "O PAC 2 propõe investimentos que só uma engenharia de qualidade pode suportar."

Por outro lado, ele diz que muitos engenheiros portugueses enfrentam problemas para ter seus títulos reconhecidos no Brasil e que, em alguns casos, se forem cumpridas todas as exigências, "o reconhecimento do título de engenheiro pode levar 24 meses".

Em outros casos, como o da mestranda Graça Rodrigues, que está se especializando em museologia, os planos de quem deixa Portugal "não têm a ver com a falta de emprego", e isso com a oportunidade de ampliar os horizontes.

Com uma bolsa de estudos para estudar três meses na Bahia, ela diz quer ver como está o mercado profissional brasileiro em sua área, a de produtora de exposições.

"Isso não tem a ver com falta de emprego. Eu trabalho numa galeria de arte em Lisboa", afirma.

A escolha da Bahia se deve à sua formação em História da Arte com especialização no barroco.

"O Brasil tem um trabalho muito forte sobre o barroco. Gostaria de estabelecer uma relação entre as universidades de lá com equipes portuguesas de universidades portuguesas para trabalharem em conjunto."

Ônibus pra Brasilia

A ADUFPA está mandando hoje um ônibus pra Brasilia pra marcha e plenária dos servidores públicos federais, a acontecer na quarta-feira. Foram dadas 10 vagas pros estudantes.

Eleição DCE UEPA

No dia 15 de Abril haverá reunião entre as chapas para divisão dos cargos. A chapa 1, derrotada e ligada à ANEL, terá 12 cargos e a chapa vitoriosa ficará com 15 cargos.

A eleição é proporcional, ou seja, divide-se o número total de cargos proporcionalmente ao número de votos que cada chapa recebe.

domingo, 10 de abril de 2011

Eleição pro Sindicatos dos Sociólogos

O que parece que pode aparecer no debate de ciências sociais é a eleição pro Sindicato dos Sociólogos do Pará.

Existem três chapas disputando as eleições.

Temos professores da UFPA em duas das três chapas. O professor Cauby está em uma e a professora Eleanor Palhano em outra. João Santiago está apoiando a chapa da professora Eleanor, e promete levar outros professores pra chapa.

Se a inteligencia politica do Centro Academico de Ciências Sociais atentar bem pode promover um debate sobre as eleições do Centro Academico e a atuação do cientista social. O blog fará uma entrevista com o professor Cauby e com a professora Eleanor sobre o assunto.